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Ilha dos Crocodilos

Ilha dos Crocodilos.png

Sobre
Localização Maior

Ilhas DK

Regente

K. Rool

Nativos

Kremlings

Fauna

Neek
Click-Clack
Flotsam
Lockjaw
Shuri
Puftup
Spiny
Cat-O-9-Tails

Aparições

Donkey Kong Country 2
Donkey Kong Land 2
Donkey Kong 64

Vocês foram ver meu marido Cranky? Ele reclama um pouco, mas ele sabe tudo sobre essa ilha.
~ Wrinkly Kong na Donkey Kong Country 2

Ilha dos Crocodilos foi a ilha situada muito longe das Ilhas DK. Aqui foi o reinado de K. Rool, terra natal dos Kremlings, base capital da Kremling Krew e o território inimigo da Ilha DK.

Geografia

A forma da ilha é montanhosa, sem praias e com uma cabeça de crocodilo abaixo. Aqui consistia principalmente pântanos, vulcões subterrâneos, árvores mortas e a fortaleza de K. Rool.

Pela ditadura de K. Rool, as paisagens desta ilha foram um verdadeiro horror por causa da poluição e desperdício envolvendo navios quebrados, minerações, bagunça e lixo toxico.[1] Mas ainda tem partes preservadas como: espinheiros, colmeias, gelo e selvas escondidas.

A ilha também possuía um parque de diversões conhecido pelo nome de Kremlândia onde os Kremlings se divertiram quando estão em dia de folga. Localizado dentro da Ilha dos Crocodilos um Mundo Perdido que era o local de nascimento da raça Kremling.

Historia

Antes do Donkey Kong

A ilha serviu como o local de nascimento da raça Kremling e o mundo perdido é o local que está guardado toda a cultura dessa espécie.[2] Essa ilha começou se tornar um covil pirata pelos antigos Kremlings piratas em que mostra dois navios naufragados e tesouros escondidos em cantos subterrâneos.

Quando K. Rool se tornou monarca depois da inauguração da Kremling Krew, o castelo foi estabelecido no topo da ilha e um parque de diversões para seus capangas se divertirem.[3][4] K. Rool assumindo o poder, essa ilha têm gerado uma grande taxa de poluição que tornou-se descartável e estéril.[1]

Invasão da Família Kong

Durante os eventos do segundo jogo, ilha é invadida por Diddy Kong & Dixie Kong pra salvar DK e depois acidentalmente destruída por eles ao batalhar com K. Rool quando este é lançado ao núcleo da ilha entalando nele causando um violento colapso fazendo afundar no oceano.

No Donkey Kong 64, foi mostrado o que sobrou da Ilha dos Crocodilos no Galeão Sombrio em que se torna uma enseada e mostra os restos do Galeão Prancha no fundo do mar. Virou também a residencia de Clapper.

Lista de Locais

Galeria

Detalhes

  • Na série animada de Donkey Kong Country a ilha nunca apareceu, mas vários personagens Kremlings como K. Rool & Kapitão Skurvy mencionam somente Casa no pântano.
  • Existe no jogo DK: Jungle Climber uma ilha parecida com essa chamada Ilha Fantasma por causa do ambiente.
  • A direção de exploração original do mapa é esquerda e não direita!
  • O desenho original dessa ilha é levemente diferente da versão final e continha 9 mundos!

Referencias

  1. 1,0 1,1 "Sobre Jungle Jinx: Parece que K. Rool não ouviu falar em preservar as florestas tropicais. Aqui ele está jogando um monte de pneus gigantes no caminho de Diddy e Diddy e Dixie! Você pode pular o tempo com os pneus em cascata com Diddy, mas o giro helicóptero de Dixie é melhor para contornar as abelhas e barris." - Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest Guia de Estratégia, Nintendo, 1995, pág. 46
  2. Resposta de Gregg Mayles no Twitter, recuperado 2 de Janeiro de 2019
  3. "Sobre Torre de K. Rool: O lar do Kapitão fica no pico mais alto da Ilha dos Crocodilos. Você se sentirá no topo do mundo se conseguir passar por seu exército de Kremlings e chegar ao castelo! - Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest Guia de Estratégia, Nintendo, 1995, pág. 20
  4. "Sobre a Kremlândia Alucinante: O que os Kremlings fazem para se divertir quando não estão tornando a vida da Família Kong miserável? Eles vão para a Kremlândia Alucinante, o parque de diversões da ilha! Esta área possui montanhas-russas que não apenas estão em estado extremo de degradação, mas também são assombradas." - Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest Manual de Instruções, Nintendo, 1995, pág. 21